quinta-feira

(n.0067): Wer ist das Madchen?


Ist das Madchen mit die weiss blause?
Ich weiss nicht!
Ich mag nicht sein allein nach Galeria Colectiva
Bis Morgen
:-)

(n.0066)

domingo

(n.0065)

(n.0064)

(n.0063)

sexta-feira

(n.0062)

quinta-feira

(n.0061)

quarta-feira

(n.0060)

sábado

(n.0059)

sexta-feira

(n.0058)

quinta-feira

(n.0057): Avaliação Contínua

Afinal não é tão bonito e interessante, como pensámos, é como um filho... de duas mães. Serviu, é certo, como uma companhia silenciosa e paciente, é como um primo... de duas tias. Atraiu, há comentários que o provam, com alguma bonomia e graça, é como um amigo ou amiga!... de duas irmãs. Há um estudo que revela que os portugueses, mais do que todos os outros europeus, ou será do mundo?, quando amam, gostam de chamar nomes de graus de parentesco, ó filha, anda cá mãezinha, vem aqui ao pai, etc. assim de cor não sei outros, não tenho aqui o estudo para consultar e não sei para que serve este estudo, mas sem dúvida te amámos: filho... primo... ou amigo/a!!

quarta-feira

(n.0056)

terça-feira

(n.0055)

quinta-feira

(n.0054): A um Troféu


Hoje remexidas num blog antigo, qual velho baú. Pensei-o passado, entorpecido, seco. Afinal! Sorriu. Lembrou. Soltou, entre partículas de pó, emoções! Alegrias revividas!! Partilhas em horas certas (ou erradas). Percursos. Falas in-ter-mi-ná-veis... Desafios.
Coisas boas que os meus troféus de Vénus-Diana só evocam na minha memória!
Mais do que a natureza, foi o destino, creio, que me fez plural...

(n.0053)

terça-feira

(n.0052): Vazio


Hoje, alguém que não conheço fala por mim... porque é assim que estou.

(n.0051)

segunda-feira

(n.0050)

domingo

(n.0049)

sexta-feira

(n.0048): Ao Rubro


Este é para ti, cara amiga, que eu, de momento, nem me esventro, nem me crucifixo. Volatilizo a atenção. Distribuo colheres de chá e desapareço na minha atmosfera… Transparente e vaga. Sou sempre, mas só estou momentos.
Tu estás sempre e és rubra! Sobes o calvário a passos largos, trepas à cruz sozinha! Outra vez e outra…
Mas não é sina. E um dia, com um dedo ou um olhar - simples e bom, vais ver! - alguém te tira desse caminho. Alguém que podes ser tu! Provavelmente.

sábado

(n.0047)

terça-feira

(n.0046)

segunda-feira

(n.0045): Improvisação


Deita-te! Vai descansar de todo esse cansaço! Dizes-me e não o faço. Porque, quando aqui estás, expulsamos a solidão a golpes violentos de prazer. E, quando não estás, é ela que me espera, mansa e aninhada, entre os lençóis em que prepara a insónia, vingança de amante preterida... Antes tardar!
E assim, amando ou pagando pelos meus amores, se vão consumindo os dias e os anos... até que me esqueça de tudo. Só nessa altura deixarei de sofrer! E de gozar??...

domingo

(n.0044)

(n.0043)

sábado

(n.0042): Vitória


A vitória foi colectiva, mas uns pintaram mais e melhor que outros...

terça-feira

(n.0041): Talvez


Não sei que caminhos são estes, se os novos que levam ao que há-de vir, se os velhos do já vivido. Se os do círculo vicioso em déjà vu, se os da aventura renovada…

Não sei que caminhos quero, nem que jornada. Paro na berma, fatigada. De que caminho?

sábado

(n.0040)

terça-feira

(n.0039): As que o vento não leva


Quantas mais batalhas de palavras
até que a guerra me torne muda?...

segunda-feira

(n.0038)

(n.0037)

domingo

(n.0036): No Dia Segui(n)te

Dia seguinte. Seguiu-se a nada. Clareou, coloriu-se. Misturou gestos. Diluiu cores. Indefínivel. Vago como uma náusea.
Talvez se torne dia anterior...

sábado

(n.0035): INdiferença


A ira, o génio, o grito, doem como murros no estômago, como facadas repentinas, explosões brutais e decisivas.
A indiferença é a pequena ferida, o golpe superficial e doloroso, a morte lenta, o maior castigo!
E não somos nós a escolher nem a merecer…

quarta-feira

(n.0034)

terça-feira

(n.0033)

segunda-feira

(n.0032): Équilibre


I y a un équilibre quelque part. Je le cherche dans tous les hommes qui me cherchent et que je rencontre, au hasard. L’équilibre de la beauté. Les doses équilibrées de passion, d’amour, de désir, de folie, d’amitié… L’équilibre des personnalités… déséquilibrées !
Où es-tu?!

sábado

(n.0031)

quinta-feira

(n.0030): Nevoeiro


Perdidos nos tempos
(seus, meus
e de quantos,
entretanto,
se cruzaram)
Presentes na tela
da memória
São vultos,
Esfumados,
Coloridos,
Acinzentados…
São os meus
Mortos-Vivos!

quarta-feira

(n.0029): Agri


Hoje, sinto-me assim: virada contra uma parede...

terça-feira

(n.0028)

segunda-feira

(n.0027): Casual


Acham-no estranho. Talvez seja por causa daquele olhar pousado, longo, parado, que não trai as emoções próprias, mas desperta as alheias.
Os olhos são bonitos, de uma cor que não sei, brilhantes, líquidos.
Ontem pousou-os em mim, faiscou um momento e perguntou, manso, se eu era do Porto e se fazia esgrima.
Nunca me tinha falado. Senti-me, naturalmente, touchée

domingo

(n.0026): Levitação


Sento-me frente a este mar imenso a ouvir Sigur Rós. Invade-me a doçura de um sofrimento suave. Deixo-a instalar-se. Fico. Esqueço de mim. Pairo…

(n.0025)

sexta-feira

(n.0024): I can't get no...

Disto me chegam sinais. De maridos, de filhos e de amantes.
Mais. Melhor. Procura constante. Insatisfação a minar o presente. Inconformismo dilacerante, que me põe o coração negro.

quarta-feira

(n.0023): Anjo


O fantástico não se quedou na infância, não bateu em retirada, envergonhado da sua irracionalidade, no limiar do mundo adulto.
No meu mundo há fenómenos metaempíricos: transfigurações, magias, feitiços de bruxas, intervenções de fadas benfazejas, jogos demoníacos, protecções de anjos… azuis.
É colorido, de cores assustadoras ou gritantes, alegres, fortes ou berrantes, esfumadas, ténues, difusas... Mas cores, cores que alternam ou se sobrepõem, combinam, jogam, se confundem, em contraste com a monotonia cinzenta do quotidiano que é, também, meu mundo...

segunda-feira

(n.0022): Até que a palavra nos separe


Dizemo-lo de todas as maneiras. Só as palavras nos assustam. Fáceis à distância, fluentes com os outros, engasgam-nos, entopem-nos a garganta, mergulham-nos em ataques do velho spleen, desencadeiam pânicos!
Substituímo-las por sorrisos, por esgares, por beijos, por dentadas, pela boca cheia do outro, por tudo o que diga o que tememos dizer pelas palavras que um dia já nos traíram…
Somos dois comunicadores, trapezistas no arame das palavras contadas!... Qualquer distracção pode ser a queda! E falta-nos a rede salvadora…

sexta-feira

(n.0021)

(n.0020)

quarta-feira

(n.0018)

(n.0019): Nós as Elas


É tentador... só mais uma vez... deixa-me arriscar... pode ser que ele mude de ideias... as palavras que lhe direi o farão pensar de outra maneira... a última tentativa para o despertar da paixão... vais ver que ele não resistirá e virá ter comigo, esquecerá compromissos, deveres, obrigações, deixará testes por corrigir, clientes abandonados, desenhos inacabados, contas por fazer, por causa da minha próxima palavra!

Vais ver que hoje serei outra vez a ELA que já o fez sonhar, inconter desejos, sussurrar mensagens, telefonemas de madrugada, inventor de carinhos, sms de hora a hora, mestre de sedução, conversas on-line no trabalho, casanova virtual, mails de amor, ohhh o insuportável contagiante desespero impaciente!

Até ontem... porque amanhã dela cairão todas as maíusculas...

terça-feira

(n.0017)

(n.0016): Vulcão


Sim. Mas a minha lava quer queimar e afaga. O meu rugido geme e adoça. O meu calor retempera… Fecundo de esperança a terra estéril! Não sei vingar a minha natureza!

domingo

(n.0015)

sábado

(n.0014): Retalhos


Esta imagem – retalhos – esteve para ser ilustrativa de uma ideia, uma ideia que surgiu percorrendo o catálogo desta Galeria: a de que talvez… talvez… com pedaços de cada um destes retratos, fôssemos capazes de construir o Apolo de corpo, o Da Vinci de engenho e arte, o Einstein de inteligência científica e o indeterminável expoente máximo da sensibilidade (aceitam-se sugestões…), contribuindo cada um com a sua parte de mérito para a nossa masterpiece da figuração masculina!!...

Mas, “atropelos” no processo de publicação atrapalharam a inspiração. E, assim, fica apenas o filão desta ideia: em cada um, pelo menos, uma virtude. E, no conjunto, ainda, a bela e imperfeita condição da nossa humanidade!

(n.0013): O abismo que não era

Nos contemporâneos faltava o teu vulto pequenino e fresco de recém-chegado ao mundo! A tua promessa jovem. A tua curiosidade imensa… O teu brilho efémero de aprendiz da vida.
Pergunto-me se te terá ficado alguma cor no cruzamento breve dos caminhos… e deixo-te este azul em que se encontra parte de ti!...

quinta-feira

(n.0012): Encantos mil


Quando de fora te ouço, te observo, te analiso, volto sempre à mesma encantadora, encantatória, encantada… e grotesca imagem: és o Flautista de Hamelin!
Quantas seremos nós, as ratinhas? E sabias que valho por duas?!... Verdade! Brincadeira de quem gostou da flauta... ;-)

quarta-feira

(n.0011)

(n.0010)

domingo

(n.0009): Evocação, a propósito de Freud...


Clotilde. Assim se chamava o romance em que, com uma idade inconfessável, “aprendi” – teoricamente, está bom de ver – o prazer de ser despida por dois homens diferentes no mesmo dia!...

quinta-feira

(n.0008): Que a resposta venha quando tiver que vir...


Gosto de ti até à Austrália!
Quem não afirmou, em criança, desta forma geográfica e imagética, a dimensão do seu amor?...
Até onde gostarei eu de ti se tão prontamente deixei que os ténues raios de Sol de que és capaz derretessem o gelo antárctico a que me remeteste impiedosamente, inexplicavelmente, num Inverno polar de separação?!...

(n.0007): Encore


Bis. Repetição sem cansaço daquilo que és. Eu sou outra! Serei? Talvez nem tu acredites nisso!... E assim, com mentiras mínimas, sempre e só de resposta às tuas perguntas, vamos bisando o prazer desta companhia distante que, como vês, não houvera de terminar! E, na curva ondeante do reconhecimento ou não, brinca o mistério que envolve de um encanto novo este jogo de sedução em que fatalmente ou conscientemente caímos sem remorso…

(n.0006)

domingo

(n.0005)

quarta-feira

(n.0004)


(n.0003): De cu para a Lua



Conjuntura. É a palavra certa que definiu o rumo, facilmente traçado, do teu sucesso! Nem beleza, nem charme especial, nem muito “investimento”, nem trabalho esforçado!… Meia dúzia de palavras, espaçadas, nos momentos certos; alguma franqueza, sem tocar o chocante; experiência q.b., sem alarde; calma; discrição; interpretação certa dos sinais; naturalidade; simpatia. E lá estávamos, ao fim da noite, a experimentar o diálogo dos corpos, depois da fala fluida ao jantar, como dois meninos crescidos que aprenderam, noutros lugares e à própria custa, coisas boas que adultos conscientes e sãos se podem proporcionar!
O que provavelmente nunca saberás, na confusão das pessoas e dos timings, é a sorte que te coube, a conjuntura que ditou que, naquele momento, havias de ser aceite e aplaudido, por tudo o que se desenhou, atrás e à volta, sem que de nada estivesses, ou te importasse estar, consciente!
Lucky you!!!

terça-feira

(n.0002)


(n.0001): Figuração

Sim. O contemporâneo ocupará lugar maior, na quantidade e na qualidade da 'mostra', embora, mas isso poderão concluí-lo os nossos leitores - sobretudo as nossas leitoras - alguns desses contemporâneos sejam de um clássico terrível, que ora nos desepera, ora nos diverte, isto quando lhes permitimos passar a fasquia da indiferença...
Uma vez por outra, com ou sem saudosismo, um gigante ou um anão dos do passado!
Outra vez por uma, lugar ao sonho, única forma de futuro possível...
Em traço fino ou ao correr da brocha, definido ao milímetro ou sugerido em nebulosa, mono ou policromáticos retratos dos nossos homens, numa galeria colectiva construída a quatro mãos, dois pares de olhos, duas bocas, dois narizes, dois corações dispostos, duas cabeças pensantes, tudo no feminino, mas não forçosamente emparelhado.
Fica prometido!
Nota: "nossos" porque falamos deles e, dessa forma, lhes damos o privilégio de fazerem parte da NOSSA GALERIA...

(n.000P)

(n.000A): Agridoce


Agridoce. Os dias são contrastantes. Os tempos sucedem-se e conjugam-se. Alternada ou simultaneamente amarga, doce, sem ou com mágoa, com ou sem culpa…

(n.0000): A Galeria Colectiva

Espaço aberto aos Artistas que fazem questão de mostrar as suas obras ou, na pior das hipóteses, aos Artistas cujas obras suscitam interesse figurativo!